DINÂMICAS E OFICINAS


OFICINA:
QUADRO DE TARSILA DO AMARAL

AUTORRETRATO:
DURAÇÃO: Aproximadamente 45 minutos.
OBJETIVO: Refletir e representar o evangelizador (ou professor) que são e que gostariam de ser.
MATERIAL: cartolina, pincel atômico, canetinhas, lápis de cor, lápis grafite, borracha, giz de cera, tesoura, cola, revistas.
PROCEDIMENTO: Primeiro momento:
a- pedir que se dividam em grupos de 3 a 4 elementos (de acordo com a quantidade de participantes).
b- distribuir 1 cartolina para cada grupo, contendo a silhueta de uma cabeça, bem grande, ao centro e parte do corpo.

c- pedir que, a partir do material disponível, recortar das revistas, palavras e/ou imagens que representam as qualidades das pessoas do grupo; colá-las dentro da silhueta.
Segundo momento:
1- Apresentação em círculo, do produto de cada grupo. As qualidades que já estão internalizadas.
2- O mediador realça como o grupo possui tantas qualidades e solicita que escrevam fora da silhueta, o que falta. O que querem alcançar enquanto evangelizadores. É o que precisa ser internalizado.
d- Sugerir que trabalho semelhante seja aplicado em sala de aula, para favorecer o autoconhecimento e auxílio por paret do professor/ evangelizador, na descoberta de potencialidades, favorecendo também a auto estima (nesse caso, trabalhar somente as qualidades, de acordo com a faixa etária das crianças. Os jovens, já podem refletir sobre o que melhorar).


Fotos de Curso para Evangelizadores, no CEAE Comunhão Espírita Aprendizes do Evangelho). Pará.



Contamos com a rica participação de uma criança, mostrando assim, que elas têm condições de realizar o trabalho proposto.

Apresentação dos trabalhos dos grupos.


Hora do lanche, Intervalo .

DINÂMICA:
RECEITA DE CRESCIMENTO


OBJETIVO: Perceber que a união das pessoas é necessária para o avanço do grupo.
MATERIAL: Bexiga, tiras de papel.
PROCEDIMENTO: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com uma tira de papel dentro, escrita uma palavra (ingrediente).
O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas enfrentados no dia a dia (citar alguns: dificuldades em manter a disciplina durante as aulas, rotina nas aulas, falta de tempo e preparo das atividades, conhecimento de poucas técnicas metodológicas, dificuldade em entendes o processo e o momento das crianças, etc).
Cada um deverá encher sua bexiga e brincar com ela, jogando-a para cima, com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes, sem deixar a mesma cair. Colocar uma música alegre ao fundo.
Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem suas bexigas no ar e sentarem-se. Os restantes continuam no jogo, não deixando que as bexigas caiam ao chão.
Quando o facilitador perceber que quem ficou ao centro não está dando conta de segurar os problemas, pede novamente que todos voltem ao círculo e então pergunta:
a- a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado?
b- a quem saiu, como foi abandonar o jogo? 
Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, mostrando que é mais fácil trabalhar quando estamos juntos. Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um, deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele.
Dica de palavras ou ingredientes: amizade, solidariedade, confiança, cooperação, responsabilidade, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, respeito às diferenças (tanto entre colegas quanto aos alunos), pedir ajuda, conhecer o sujeito aprendente, alegria, prazer, tranquilidade, troca, motivação, inovação, envolvimento de todos, empatia, etc.

DINÂMICA TERREMOTO

Materiais: Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas.

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um)

Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:

1 - MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.

2 - PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.

3 - TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...

Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 31
Número mínimo de pessoas: 4





CADA UM É UM PALHAÇO
da página da Escola de Belas Artes de São Paulo.
Por Alice Florentino de Barros e Gisele Bessa Fernandes
OBJETIVOS:
Explorar a improvisação fazendo com que os alunos relacionem-se uns com os outros, que trabalhem a criatividade, que descubram a "lógica do erro", o tempo individual de ação e reação e as potencialidades do uso cômico do corpo.
obs: esta aula pode ser dada no início do ano para que o professor conheça melhor sua classe nova.
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
1- Explicar que desde a Pré História já podemos perceber manifestações de representação. Seja como um ritual ou mesmo para uma boa caça, os homens, primeiro representavam o acontecimento, pois acreditavam que, deste modo teriam um melhor desempenho.
Mais tarde as representações foram sendo aperfeiçoadas, com roupas específicas, pinturas, vários acessórios, cada qual a serviço de uma intenção.
O palhaço nasceu com o circo, é um ator que representa a alegria, a criança, a simplicidade dos fatos. Tem como características ser risonho e estabanado, com o intuito de fazer rir. Mas isso não impede que você se transforme em palhaço, do jeito que você quer. Um palhaço com uma personalidade própria.
2- Aclasse deve ficar em círculo, com todos os alunos sentados no chão. Deve ser explicada a importância de cada palhaço ter a personalidade que quiser. Pode ser triste, alegre, romântico, sapeca, cuidadoso, nervoso, bravo. Enfim, como eles quiserem.
3-A partir da disposição de alguns materiais no centro da roda, com auxílio de músicas, os alunos vão escolhendo aqueles adereços que melhor se adaptem ao palhaço que cada um imaginou. Como é a sua roupa? é larga? é justa? tem muitas cores? ele usa chapéu? de que cor? de que forma? como é a sua cara? sua boca? seu nariz?
MATERIAIS:
sucatas, copinhos, palitos
botões de vários tipos e cores
saco de lixo (cortado, pode virar indumentária)
cola, tesoura, tinta, papeis coloridos
durex, grampeador
maquiagem
cartolina, papelão
E outros materiais disponíveis como papel crepom, TNT (contribuição minha)
Eles vão servir para desenvolvera criatividade de seus alunos, pois podem ser feitas roupas, nariz, cartola, gravatas, etc.
4- Depois que todos os palhaços estiverem prontos, cada um vai fazer sua apresentação, podendo utilizar músicas, objetos da sala, cada um vai dar vida ao seu palhaço e tentar demonstrar sua personalidade. Que movimentos um palhaço bravo tem? E o seu rosto, como fica? O palhaço fala? o quê?
5- Depois todos poderão falar uns dos outros, tentar adivinhar a personalidade de cada um, conversar sobre as impressões do público e qual ideia que a criança teve para criar e representar seu palhaço. Se o palhaço deveria ser alegre, as cores estavam de acordo? e os movimentos? eram leves, rápidos, fracos, fortes, moles, etc?
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JOGO PARA CRIANÇAS:
COELHINHO SAI DA TOCA:(MODERADO)
Formação:
Grupos de 3 crianças, duas formam a “toca” e abrigam um “coelhinho” no centro com as mãos dadas e os braços estendidos.
As várias tocas com os seus coelhinhos ficam dispersas no terreno, afastadas umas das outras, deixando espaços para as corridas.
Sobra um coelhinho sem toca no centro do terreno.
Desenvolvimento:
À ordem do líder: “__Coelhinho sai da toca”, os coelhinhos trocam de lugar.
O coelhinho sem toca procura encontrar moradia.
O coelhinho que sobrar continua o jogo.

A ESCRITURA MISTERIOSA
Objetivo: Estimular a imaginação, fantasia e adivinhação.
Material: papel sulfite (A4), pincel atômico, lápis de cor.
Duração: 20 a 30 minutos.
Desenvolvimento: Cada um escreve em uma ficha, o seu nome, usando para cada letra um símbolo que representa um objeto que inicia com esta mesma letra. Mostrar aos colegas para que façam a leitura. A professora pode pedir que cada um escreva outra palavra para que seu colega descubra o que está escrito. Outra sugestão é que em pequenos grupos, criem um bilhete enigmático e que sejam trocados entre os grupos, para adivinhação. Tudo depende da idade dos alunos e de seus conhecimentos. Atividades relacionadas à Língua Portuguesa: Listar os desenhos, separar em sílabas, classificar, colocar em ordem alfabética, construir frases, etc.

NO BANHEIRO PÚBLICO
Objetivos:
• Reconhecer as qualidades existentes no grupo.
• Conhecer a visão de si, que possuem outras pessoas.
Desenvolvimento:
• Formar trios com os membros do grupo, que já deve existir uma convivência entre seus componentes.
• A formação do trio deve ser uma pessoa sentada e dois em pé atrás dele. Portanto, quem está sentado ficará de costas para os outros dois.
• Quem está sentado, ficará calado, apenas escutando, como se não pudesse ser visto. Assim como quando estamos utilizando as instalações de um banheiro público e ficamos fechados e outras pessoas circulam e conversam no lavatório.
• A dupla de pé, simulará uma conversa sobre as qualidades de quem está sentado.
• Ao sinal do orientador, acontece a troca de lugares. Quem está sentado fica de pé, e assim sucessivamente, até que todos passem pela cadeira.
• No final, abrir espaço para o relato de experiência. Como foi ficar sentado ouvindo falarem de você? E como foi ouvir suas qualidades? Se surpreendeu? Falaram a verdade?
• Para grupos mais jovens e adolescentes, lembrar que apenas as qualidades deverão ser reforçadas.
• Destacar para o grupo quantas qualidades existe ali e quanto este grupo é capaz de fazer. O que falta para o grupo ficar mais forte?
OFICINA
A FESTA DOS BONECOS
Objetivo: Desenvolver a criatividade, a capacidade de construção, improvisação, representação, produção de texto e expressão através de dramatização.
Material: Sacolas plásticas, sucatas, embalagens, papeis (jornal, revista, retalhos coloridos, etc), fita adesiva, fitas coloridas, rendas, retalhos, percevejos, grampeador...
Tipo: moderada
Duração: 45 a 60 minutos.
Desenvolvimento: Coloca-se à disposição, o material que possa servir para a confecção de bonecos. Cada um escolhe o material que mais lhe inspire e constrói o boneco, que representa uma criança à qual atribui a seguir, uma biografia própria (nome, onde mora, onde estuda, idade, como é sua família, o que gosta de fazer, etc). Quando todos acabarem a confecção, vão para o círculo e um a um os bonecos se apresentam. Após, cada um pode produzir um texto com a história do boneco, ou dramatizar em conjunto. É uma atividade muito prazerosa e enriquecedora. Caso o grupo apresente muita dificuldade, a confecção poderá ser feita em duplas, um colega ajudando o outro.

DINÂMICA CAFÉ DA MANHÃ:
Objetivos:
Levantar os sentimentos existentes nos relacionamentos interpessoais.
Facilitar a comunicação entre os membros do grupo.
Etapas:
1- O facilitador entrega a cada participante uma cesta de vime (pequena), ou uma vasilha plástica, ou envelope, dependendo da disponibilidade do orientador, contendo uma variedade de frutas, confeccionadas em cartolina, na quantidade exata dos componentes do grupo.
2- Estimula-se a seleção de uma fruta para cada componente, inclusive para si próprio.
3- Informa-se que a seleção deverá obedecer o critério de associação às características inerentes à fruta com a pessoa que irá ser presenteada.
4- Pede-se que cada um redija na própria fruta o nome do indicado a receber o presente.
5- Solicita-se a distribuição dos presentes um a um.
6- Abre-se espaço para avaliação dos feedbacks emitidos e recebidos. Nesta hora, o participante tem a oportunidade de explicar os critérios de escolha para cada participante e também os sentimentos ao receber as frutas do grupo.
FONTE: 50 Dinâmicas no Enfoque Holístico, de Eliane Porangaba Costa
Adaptado por mim.


DINÂMICA: MAGNETISMO 
Objetivo: Desenvolver a concentração, empatia, cooperação.
É indicado para introduzir a cooperação em um grupo.
Material: música suave.
Tipo: moderada
Participantes: número par.
Desenvolvimento: O grupo se divide em duplas. Cada um está de frente para o outro, com as mãos estendidas para a frente, de forma que as palmas toquem as do companheiro. Em seguida, fazem movimentos com as mãos em todas as direções possíveis e nas mais diversas posições, sem separá-las em nenhum momento. ao sinal, as duplas se transformam em grupos de três, repetindo o mesmo jogo das mãos magnetizadas. Assim, sucessivamente até que todos se reúnam no grande grupo para fazer uma grande magnetização. Ao terminar, abrir espaço em roda, para os membros compartilharem as experiências.
DINÂMICA:
COMO PREFERE?
Idade: a partir de 8 anos
Duração: 15 a 20 minutos
Esta dinâmica desenvolve o espírito de observação e o raciocínio lógico.
ORGANIZAÇÃO:
Um dos participantes se afasta do grupo enquanto os restantes escolhem um objeto a ser advinhado pelo que se afastou.
DESENVOLVIMENTO:
Chama-se de volta o participante que se distanciou. Este, com a simples pergunta "como prefere?", feita a cada um dos demais, terá de adivinhar de que objeto se trata. Se o objeto for, por exemplo, um lápis, ao perguntar "como prefere?" os outros responderão: apontado, preto, colorido, com a ponta fina...
ARTE E CIDADANIA
OBJETIVOS: Compreender o conceito de cidadania como a consciência e a prática de direitos e deveres, expressando-se através da linguagem plástica.
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
1- Discussão e exposição do conceito de cidadania.
O professor deve iniciar a aula questionando os alunos sobre seus costumes domésticos, ou seja, se eles tem algumas regras para serem respeitadas - como a hora de dormir, de almoçar, de acordar, de tomar banho, brincar e etc. Do mesmo modo, devem reconhecer mais direitos que tem em suas casas: assistir televisão, jogar vídeo game, brincar na rua ou mexer no computador depois de terminar a lição. Partindo do repertório das crianças, o professor deve alertá-los sobre a existência das regras fora de casa, ou seja, na sua escola, na sua cidade, como por exemplo: respeitar o sinal vermelho de trânsito, não jogar papel na rua, não destruir telefones públicos e outros. à medida que vão reconhecendo seus direitos e deveres para viverem em sociedade, o professor expõe então, o conceito de cidadão e cidadania como "o direito de ter direitos" de "ter uma ideia e poder expressá-la",de "viver decentemente".
2- Apresentação do direito das crianças.
O professor apresentará um cartaz onde estão escritos os direitos das crianças. Ele poderá pedir que cada criança leia um deles e em seguida perguntar a elas o significado do que foi lido, fazendo as devidas correções e explicações necessárias.
OS DIREITOS DA CRIANÇA SEGUNDO AS NAÇÕES UNIDAS
Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade;
Direito à proteção especial para seu desenvolvimento físico, mental e social;
Direito a um nome e a uma nacionalidade;
Direito à alimentação, moradia, assistência médica adequada para a criança e para a mãe;
Direito à educação e cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente;
Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade;
Direito à educação gratuita e ao lazer;
Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástroffe;
Direito a ser protegido contra abandono e a exploração no trabalho;
Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
3- Confecção de painel.
Depois de explicado todo o conteúdo da aula, o professor colocará um papel Kraft de tamanho adequado a um painel suficiente para todas as crianças da classe, a fim de que cada uma delas desenhe e pinte uma situação que expresse os direitos da criança (sendo respeitados ou não, conforme a decisão da classe, podendo até haver dois paineis).Enquanto o trabalho for sendo desenvolvido, o professor vai orientando a organização plástica do mesmo.
AVALIAÇÃO
Terminado o trabalho, o painel poderá ficar exposto na classe ou nos corredores da escola, sendo importante que o professor discuta com os alunos quais foram suas intenções, impressões e opiniões sobre o assunto abordado.
Este tipo de atividade pode servir de base para que os alunos discutam e determinem seus direitos e deveres dentro da escola.
Autora: Tatiana Prado. Da página da Escola de Belas Artes/ Arte na Escola
FIGURA HUMANA

Objetivos: Identificar, perceber as diferenças individuais, criando através da observação, diferentes feições e rostos.
Material: recortes de revistas,cola, tesoura, papel para suporte do trabalho, espelhinhos de bolso.
Procedimentos didáticos: primeiramente os alunos observam os colegas a sua volta. Em seguida, olham-se no espelho, notando a constituição do seu rosto: olhos, nariz, boca, sobrancelhas e até as expressões de alegria, raiva, espanto, etc...a partir da observação, criam diferentes tipos de rosto, desenhando livremente.
Em seguida, procurar nas revistas figuras de pessoas e recortam dessas figuras os detalhes percebidos na observação; ou seja olhos, nariz, boca, orelhas, sobrancelhas que melhor se adaptem ao seu desenho. As figuras então, tornam-se sérias, alegres, tristes, bravas, sorridentes...
Desenvolvimento:
1º passo: converse com os alunos sobre a figura humana, mostre desenhos, pinturas de artistas famosos. Peça aos alunos que se olhem no espelho, olhem os colegas, passem as mãos em seu rosto, sintam e percebam como o rosto é formado.
2º passo: pedir aos alunos que desenhem o contorno do rosto numa folha, como uma foto 3x4.
3º passo: oriente os alunos para que procurem em revistas olhos, nariz, sobrancelhas, boca, cabelos, orelhas e recortem e colem em seu desenho.
A atividade poderá ser desenvolvida a partir da construção do seu próprio rosto, com o objetivo de perceber e respeitar as diferentes características dos grupos étnicos. Variação: construir o rosto da mamãe (para homenagem pela data).
Lembrar que SOMOS TODOS DIFERENTES MAS SOMOS TODOS FILHOS DE DEUS E MERECEMOS RESPEITO E AMIZADE. O VALOR DAS PESSOAS É O QUE CADA UM TEM DENTRO DE SI: OS SENTIMENTOS, O CARÁTER, A BONDADE.
PRIMEIRO ENCONTRO



Cada participante um escreve num pedaço de papel, as suas expectativas para o curso, ou para a aula ou encontro.
Colocar o papel dobrado dentro de um balão e enchê-lo.
Jogar os balões pela sala.
Ao sinal do dirigente, cada um pega um balão qualquer e irá ler para o grupo, as expectativas do outro.



A VIAGEM



Objetivo: Quebra de tensão, entrosamento, criatividade.
Tipo: agitado.
Desenvolvimento: Organiza-se um círculo com cadeiras. Os membros participantes ocupam os assentos e o animador permanece de pé, no meio do círculo.
O animador explica que irá contar uma viagem de ônibus e todas as vezes que falar "Ônibus", todos deverão rodopiar diante de sua própria cadeira, sentando-se imediatamente e toda vez que disser "desastre", todos deverão levantar-se e trocar de lugar.
Nessa hora, o animador procura ocupar uma cadeira e a pessoa que não conseguir assento deverá prosseguir a narração da viagem.
O brinquedo prossegue enquanto houver interesse.




VARAL DE SENTIMENTOS

Obejetivo:Favorecer o auto- conhecimento.
Cada participante ganhará uma ficha onde escreverá um sentimento experimentado no encontro.
Deixar que comentem.
Pendurar no varal.




O APREÇO NÃO TEM PREÇO

Objetivo: demonstrar reconhecimento; aproximar os membros do grupo; exercitar a generosidade.
Material: moedas ou cédulas de dinheiro, de brinquedo.
Desenvolvimento: Colocar sobre a mesa moedas ou cédulas e pedir para que cada um pegue um pouco.
Em seguida, pedir que pensem sobre algo que algum membro do grupo fez, que você tenha gostado e gostaria de agrdecer.
Dizer o seguinte: "Fulano, eu te entrego este dinheiro porque..." Conclusão que o grupo deve chegar: que o dinheiro não paga certas coisas.





PAR OU ÍMPAR?
Idade: a partir de 9 anos
Duração: 30 minutos
Objetivos: Aprender a ganhar e a perder; aprender a conviver e solucionar problemas pacificamente.
Material: sacolinhas contendo 15 sementes por paticipante.
Organização: Entregar a cada participante a sacolinha com sementes.
Desenvolvimento: Os participantes percorrerão o salão, tendo em uma das mãos, certa quantidade de sementes. Cada um deve perguntar aos demais se o número de sementes que leva é par ou ímpar. Se o companheiro acertar a resposta, quem fez a pergunta terá que entregar suas sementes a quem acertou. Em caso contrário, quem errou entrega os seus a quem fez a pergunta. O vencedor será aquele que, ao término do tempo estipulado, tiver acumulado a maior quantidade de sementes.


AUTO-RETRATO

Objetivo: conhecimento recíproco, comunicação, criatividade, expressão visual.
Tipo: tranquilo.
Duração: 30 minutos.

Desenvolvimento: Cada um pega uma cartolina ou folha grande e desenha os contornos das próprias cabeças. Usando as imagens e os títulos das revistas à disposição, cria um auto-retrato comunicando através da colagem, tudo o que gostaria de compartilhar com os outros a respeito de si mesmo: passatempos, profissão, família, sonhos, ideais, etc.
Se os membros do grupo são menos de 10, quando os auto-retratos estiverem prontos pode-se afixá-los na parede e então comenta-se um a um, passando adiante como uma galeria de arte.
Se o grupo for maior, convém que cada um exponha o seu auto-retrato sobre as carteiras e todos vão andando pela sala e comentando entre si.





COM QUEM ESTÁ O ANEL?
Idade: a partir de 8 anos.
Duração: 10 a 15 minutos.
Material: um anel e um barbante longo.
Organização:
Todos os participantes, exceto um, sentam-se formando um círculo. Aquele que ficou de fora passa para o centro.Toma-se o cordão, passa-o pelo anel amarrando-se com um nó os dois extremos, numa extensão que abranja a roda inteira. Os participantes, com as mãos fechadas, sustentam o fio em seus punhos e um deles oculta o anel numa das mãos.
Desenvolvimento: Dado o sinal, quem está com o anel escondido em sua mão, o fará deslizar para o companheiro de um dos lados, evitando que quem está no centro perceba. Os outros participantes fazem o mesmo movimento para confundir o companheiro do centro. Este procurará desobrir com quem está o anel e, se acertar, passará a ocupar o lugar deste na roda.

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