quarta-feira, 31 de outubro de 2012

LEI DE LIBERDADE

ENFOQUE PRINCIPAL: LIBERDADE
DAR-SE- Á ÀQUELE QUE TEM
CAPÍTULO DO EVANGELHO: 18. MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS
Sub-temas:
- Justiça Divina: Livre Arbítrio (Lei de liberdade);
- Cada um segundo suas obras (Ação e Reação);
Objetivos: - Explicar aos evangelizando que a cada ação praticada haverá sempre uma consequência de igual ou maior valor, e que conscientes do que somos e do que fazemos, somos naturalmente responsáveis pelos nossos atos.
- Estimular a compreensão de que todos nós somos convidados a todo o momento a participarmos do festim, como diz a Parábola, importante ainda, pensar sobre a pureza dos nossos corações que refletem em nossos pensamentos e atitudes.
- Ressaltar que através da mudança e melhoria contínua dos nossos pensamentos, atitudes, conversações (ressaltar a necessidade da vigilância em nossa fala) e seguindo os ensinamentos de Jesus, a luz de Deus habitará permanentemente em nossos corações.
Referência Bibliográfica: O Evangelho Seg. O Espiritismo, Allan Kardec – Cap. 18; O Evangelho Seg. O Espiritismo para a Infância, de Maria Helena Fernandes Leite; 52 Lições de Catecismo Espírita.
1-Primeiro momento: Colar a gravura no quadro.
2- Iniciar o diálogo perguntando: Vocês concordam comigo que todas nossas ações têm consequências boas ou ruins, grandes ou pequenas? Que somos responsáveis por todos nossos atos?
3- Nós temos liberdade de escolha de fazer ou não qualquer coisa. Qual o nome que se dá a essa liberdade? Chama-se livre-arbítrio e quem nos concedeu-o foi Deus e ele é que nos torna responsáveis por todos nossos atos.
4- Porque Deus nos concedeu o livre-arbítrio ou a liberdade de escolha? Foi para que nós mesmos construíssemos o nosso destino, portanto, nós somos os construtores de nossa felicidade ou infelicidade pelas as escolhas que temos feito. Portanto temos a liberdade para: Pensar, Falar e Agir.
5- Mas toda escolha tem consequências, assim como as escolhas que fizemos durante nossa vida.
Deus criou todos os Espíritos simples e em ignorância, com aptidão tanto para o bem como para o mal, e que através de nossas escolhas podemos ir para o lado do bem ou do mal e que, portanto, cada um poderá ser feliz ou infeliz, conforme as escolhas feitas por si mesmo. Não há fatalidade nos menores acontecimentos da vida e que somos os responsáveis quando algo sai errado por causa de uma atitude nossa. O preço da liberdade é a responsabilidade, ou seja, podemos agir livremente, mas seremos responsáveis por nossos atos.
6- Importante plantar o bem para colher o bem. Quem escolhe o mal, acaba recebendo algo de ruim de volta, mais cedo ou mais tarde.
7- Escolher o que é certo nos conduz à felicidade, enquanto escolhas equivocadas trazem sofrimentos.
8- Tudo de bom ou de ruim que fazemos retorna para nós, mais cedo ou mais tarde, nesta ou em outra reencarnação. A escolha (livre-arbítrio) de quais atitudes teremos (boas ou ruins) é nossa, e através dessas escolhas estaremos elegendo o sofrimento (escolhendo o mal) ou a felicidade (escolhendo o bem) como consequência.
9- Quando escolho o caminho do bem este me fará feliz, se escolher o caminho do mal este me levará a grandes sofrimentos.
CAMINHO DO BEM: Perdão, compreensão, caridade e felicidade. (escrever ao lado da gravura)
CAMINHO DO MAL: Vingança, raiva, vício e sofrimento.
10- Cada ato que praticamos é seguido de uma consequência.
UM ATO BOM: traz consequências boas. (escrever ao lado da gravura)
UM ATO MAL: traz consequências más.
11- Podemos praticar o mal, mas temos que aguentar as consequências. Já sabemos quais são as consequências do mal; é uma reencarnação dolorosa.
12- Seu eu jogar para cima pétalas de rosas, o que irá acontecer? Cairão pétalas de rosas. E se eu jogar pedras? Cairão pedras na minha cabeça.
13- Comentar que cada atitude tem uma consequência, por exemplo:
Comer demais (passar mal, dor de barriga);
Estudar bastante para uma prova (irá bem à prova);
Não tomar banho (terá cheiro desagradável, poderá adquirir alguma doença);
Tomar muito sol (ficará queimado e ardendo);
Dormir tarde e acordar cedo (passará o dia sonolento);
Jogar videogame demais (mil e umas consequências).
14- Deus governa o Universo com base na Lei de Causa e Efeito. Tudo o que acontece tem uma causa e uma consequência. Cada pessoa é responsável por suas atitudes e colhe as consequências do que fizer. Tudo o que fizermos de bom ou ruim volta para nós.
15- Todos os que sofrem é porque não usaram o seu livre-arbítrio para a prática do bem.
16- Nós temos a inteligência suficiente para distinguir o que é bom do que é ruim e saber aceitar o que é útil e repelir o que não presta.
17- A nossa consciência guia a nossa inteligência e nos mostra o que devemos e o que não devemos fazer. É ouvindo a consciência que usaremos com acerto o livre-arbítrio.
18- Outra coisa que devemos evitar é agir sem refletir. Em qualquer circunstância é preciso conservar a calma. Pensar primeiro, agir depois.
19- Conclusão:
Através do esforço em transformar os nossos sentimentos e atitudes negativas no nosso dia a dia: na família, na escola, no trabalho, no convívio com os outros irmãos, vamos aos poucos transformando defeitos em virtudes, assim é que evoluímos. Nosso maior desafio na Terra é aprender a conviver pacificamente uns com os outros, pois é através dos relacionamentos que aprendemos e nos transformamos em seres humanos melhores.
Durante nosso percurso na Terra, seremos sempre levados a fazer escolhas. Os caminhos que percorrermos será o resultado das nossas escolhas.
Mas se a dúvida lhe invadir, lembre-se que temos um poderoso auxilio: a prece, que nos coloca em sintonia com a espiritualidade superior.
Se perceber que tomou o caminho errado, não se desespere, Deus sempre nos dá uma nova oportunidade, desde que estejamos dispostos a nos melhorar. Nossas escolhas do passado nos colocaram onde estamos no presente, nossas escolhas de hoje determinarão onde estaremos no futuro.
E se sentir sozinho no meio do caminho, tenha certeza de que Deus nunca abandona seus filhos. As dificuldades fazem parte do nosso crescimento espiritual.
AS DUAS ÁRVORES
Havia dois irmãos que moravam em uma bonita fazenda. Um deles escolheu sementes de limão e as plantou. Regou a planta, cuidou dela, e ela se transformou em uma linda árvore. Quando, porém, ele foi colher os frutos, experimentou o primeiro e... não gostou. Era azedo, ardia na boca. Eram limões, afinal, sementes de limão fazem crescer um limoeiro, que por sua vez dá limões!
O outro menino resolveu plantar sementes de laranja. Regou a plantinha e viu crescer uma bonita árvore. Quando a árvore deu frutos, eles eram doces e saborosos! Eram bonitas laranjas, afinal uma laranjeira só pode dar laranjas!
Concluir a história fazendo a relação das sementes com nossas ações (quando escolhemos o que plantar, escolhemos também o que colher), comparando o sol com Deus que nasce e brilha para todos (oferecendo oportunidades de crescimento a seus filhos) e os frutos sendo os resultados de nossas ações, que são bons ou ruins de acordo com as sementes (ações).
Lembrar que o plantio é livre (cada um escolhe o que fazer, como ocupar seu tempo e seus pensamentos), mas que a colheita é obrigatória e varia de acordo com as atitudes e pensamentos que escolhemos ter.
Obs.: à medida que contávamos a história, íamos colando no quadro figuras que representavam a história. Material utilizado: dois bonecos de EVA, duas árvores, papel picado representando as sementes, um gramado, sol.
SUGERIR QUE AS CRIANÇAS DESENHEM AS CENAS DA HISTÓRIA, COM AS DUAS ÁRVORES, OS DOIS MENINOS E SOL ILUMINANDO IGUALMENTE .

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